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O tempo do rio

A água que desce a serra, não desce lentamente O rio parece devagar, mas ele está mais veloz que imagina. Num ritmo rápido e constante... Nem sequer notamos os imensos litros de água que se foram, as toneladas de areia carregadas, o quanto o rio cortou a rocha, as muitas vidas ele levou. Em seu caminho ele vai mudando, ora a velocidade aumenta, ora diminui, ora segue reto, ora faz curvas, mas continua andando, correndo, por altos e baixos, sempre focado. O foco é tudo! Uma hora chega na praia. Aí é que o rio sossega, deixa de lado toda aquela pressa. Nesse momento ele vê o mar e se apaixona: Como é lindo oceano, como é grande, que visão. E o pequeno rio, que uma vez foi forte e robusto se entrega à imensidão. Agora o rio não existe mais e nem nos demos conta! Quando percebermos sempre é tarde demais! Freire, Lorrayne. Contos Sentidos . 2022, São Paulo _________ Referências Freire, Lorrayne.  Uso de perfis longitudinais e índices geomorfométricos para identificação de possíveis síti...

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